Dia Internacional da Dança

Hoje, dia 29 de abril, comemoramos o dia internacional da dança, uma das mais puras formas de expressão do corpo humano. A data foi instituída pela Unesco, como uma homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre.

Alguns historiadores acreditam que ela surgiu ainda na Pré-História, quando os homens batiam os pés no chão. Com o passar do tempo, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que seriam capazes de criar outros ritmos, conciliando os passos com as mãos, através das palmas.

No antigo Egito já se realizava as chamadas danças astro-teológicas em homenagem a Osíris. Na Grécia, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. A dança caracteriza-se pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre).

Além de ser uma excelente forma de extravasar sentimentos que muitas vezes não conseguimos expressar, a dança faz bem para a saúde, tanto física ( ajuda no equilíbrio da frequência cardíaca, reforça o sistema musculoesquelético, auxilia na perda e na manutenção do peso e melhora a coordenação motora), quanto mental (a dança hoje é considerada uma verdadeira terapia. Dançar eleva a autoestima e ajuda a manter e a fazer amizades).

danca-dos-pares_23-2147510432Dançar é uma boa maneira para que as pessoas de todas as idades se mantenham em forma.
Foto: Freepik 

Embora essa atividade pareça simples, ela é bem complexa do ponto de vista das habilidades necessárias. Ao dançar a pessoa precisa de concentração, memória, ritmo, noção de espaço e coordenação motora. Quem dança tem ainda maior consciência corporal.

É preciso ainda calcular o tempo e o alcance de cada movimento, ficar atento ao espaço disponível e aos objetos ao redor. Dançar também desenvolve a criatividade. Portanto, é possível afirmar que dançar é uma maneira de trabalhar o processo de aprendizagem e cognição. Por esse motivo, a dança é indicada para pessoas com doenças que afetam a memória, como o  Alzheimer.

A Faesa conta com um grupo que se reune para aprender e dançar forró. As aulas acontecem no Hall dos Auditórios. Vamos falar sobre eles em outra reportagem. Abaixo fica o registro do aniversário de Bruna Suellen, aluna do curso de jornalismo e apresentadora do Na Garagem, comemorado numa aula de forró.

Desde a pré-história, a dança não parou de se superar, se modernizar e  se reinventar, tanto que hoje existem diversos tipos e passos diferentes,  o que não vale é ficar parado. A aluna do curso de Jornalismo da Faesa Bárbara Caldeiras, 19, diz que já não se vê mais sem a dança.

Foi através da dança que eu me tornei quem sou, extrovertida, sincera e desinibida. É algo que faz parte do meu dia a anos e não me vejo mais sem isso. É a base para manter minha saúde, minha auto estima e minha felicidade.”

A arte para essa matéria foi desenvolvida por Eduardo Pagotto, integrante do Núcleo de Criatividade Digital.

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