Bola pro mato que o jogo é de campeonato

O último domingo do mês de maio (28) foi dia de suar a camisa para os alunos e funcionários da Faesa. Cento e três atletas e cerca de 50 espectadores marcaram presença no 1º Torneio de Futebol Society Faesa, que aconteceu no espaço esportivo Arena Loc, em Bento Ferreira. O evento teve a participação de professores, funcionários e alunos do Centro Universitário, além de parentes e convidados que foram prestigiar as competições.

1° Torneio de Futebol Society da Faesa
Jogadores do Real Jornalide e Engineers United acompanhando uma das partidas. Foto: Heytor Gonçalves

Os times Bar Sem Lona, Bayer de Juridiqué, Cachalsea, Engineers United, Manchester Xixa, Professores Administrativo Futebol Clube, Real Jornalide e Supremo Tribunal do Futebol foram os participantes da primeira edição do torneio (sim, parece que teremos mais eventos deste). Cada equipe era apadrinhada por um determinado curso ou corpo da instituição.

Vencedor

O Professores Administrativo Futebol Clube (P.A.F.C) foi o grande campeão da competição. A final terminou empatada em 2 x 2 e acabou sendo decidida nos pênaltis. O goleiro Franciano Siqueria foi quem fez a defesa que concedeu o título à equipe dos docentes.

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Atletas dos times Professores Administrativo Futebol Clube (de azul) e Bar Sem Lona (de laranja) antes da disputa pelo título. Foto: Heytor Gonçalves

O time, que liderou a disputa de chave do grupo B, jogou contra o Bar Sem Lona, equipe dos alunos de Engenharia Elétrica. O “Lona”, que se classificou ao vencer na semifinal o Real Jornalide por 3 a 2, ficou com a segunda colocação do campeonato, seguido do Cachelsea, que venceu a disputa pelo terceiro lugar contra o “Lide”, com um placar de 7 a 0.

O supervisor dos laboratórios da Faesa e jogador do P.A.F.C, Diego Luppi, 35, diz que o bom desempenho na competição foi uma surpresa para o time. “A princípio a gente (o time) achou que não ia ganhar nada. Fomos parar no campeonato não sei como”, disse em tom de brincadeira o técnico.

Artilheiro

Luppi não só jogou pelo time que conquistou o primeiro lugar, como também conseguiu ser o artilheiro do campeonato. Ele foi o jogador com o maior número de gols do torneio, com o total de 8 (oito) tentos, três deles marcados no jogo contra a equipe do curso de Direito Bayern de Juridiqué. “A princípio eu ia jogar pelas laterais. Mas eu olhei para a minha frente e vi que o atacante não estava fazendo gol. Então eu fui lá para a frente. E deu certo”, falou Luppi. O técnico elogiou o torneio, mas não negou o desgaste. “Estamos aqui cheio de dor muscular, mas valeu a pena. A medalhinha está em casa e o troféuzinho também”, contou o jogador.

Evento

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Real Jornalide e Bar Sem Lona no jogo da semifinal. Ao fundo, a torcida. Foto: Juliana Ramaldes

A competição, organizada por alunos de Engenharia Civil e apoiada pela Faesa, reuniu oito times durante a manhã do último domingo de maio (28) no espaço esportivo Arena Loc, em Bento Ferreira. Em média 150 pessoas passaram pelo local, dentre atletas e torcedores. Yuri Vieira, 25, um dos organizadores do evento e estudante de Engenharia Civil, disse que o resultado foi dentro do esperado. “Nós começamos a organizar tudo bem simples, em cima da hora. E apesar de não ter tido muito tempo, nós vimos que o resultado foi muito bom”, conta o estudante.

Vieira diz que agora o objetivo é aumentar o campeonato.

A gente pretende, para a próxima edição, fazer algo mais organizado, com mais pessoas e cursos participando. Fazer uma integração maior dentro da faculdade, para todo mundo poder fazer parte”, disse o organizador.

Ele ainda fez questão de afirmar que quer aumentar o número de participações femininas no torneio, que teve apenas uma menina como jogadora. “A gente está querendo fazer com que mais mulheres participem. Elas que gostam de ‘brigar’ por isso”, falou Vieira à reportagem.

Uma força feminina no torneio

Maria Júlia Loureiro, 21, jogadora do Real Jornalide, disse que gostou do evento, mas se incomodou com o modo, digamos, extremamente polido como os atletas a tratou. “Achei legal eu poder ter a iniciativa de jogar com os homens e encorajar mais mulheres. Mas não achei muito interessante ser ‘café-com-leite’ no torneio”, disse a estudante de Jornalismo, que reconheceu a agressividade presente em competições de futebol.

Ela sugere que haja um campeonato mais passivo, onde a não agressão seja uma regra. “Os homens não puderam ter aquele contato físico tão grande, por acabar sendo agressivo para mim. E eu também tive um certo medo de ter um contato (maior) com eles (…) Poderia ser um jogo mais passivo, sem muita agressão”, disse Maju, como é conhecida.

Mas, ao ser questionada sobre a possibilidade de isso não ocorrer, ela não hesita em falar. “(A sugestão) então é que as mulheres entrem com tudo e deem ‘porrada’ também”, disse a atleta aos risos.

Confira as fotos do evento:

Para ver todas as fotos do 1º Torneio de Futebol Society Faesa clique aqui

 

 

 

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