Diário de curso: Engenharia de Produção

Os cursos da área de Exatas oferecidos pela FAESA incluem Ciência da Computação, Agronomia, Análise e desenvolvimento de sistemas, Gestão de produção industrial, Jogos digitais, Química, Sistema de Informação, Rede de Computadores e diversas engenharias.  Dentre estas, destacamos agora o curso de Engenharia de Produção.

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“Confie em mim, sou engenheiro”

O que pensa um calouro

Para entender o que levaria o curso da FAESA a ser um diferencial, nada como ouvir dos próprios alunos. Para tanto, começamos entrevistando para o Diário dos Cursos a aluna Eliana Pontini Fiorin, 19, que está terminando o segundo período.

Bom, escolher um curso é bem difícil, ainda mais quando você se identifica por várias áreas. Como a Engenharia de Produção é ligada a vários setores bem diversificados, esse foi um dos motivos. Além de ter um amplo mercado de atuação e uns dos motivos principais: eu tenho um espírito empreendedor, quero abrir meu próprio negócio depois da faculdade”, comenta a aluna sobre os motivos que levaram a sua escolha de carreira.

Além de gostar muito do que tem visto durante o curso, a aspirante a engenheira comenta dos projetos mais marcantes. “O projeto que mais me marcou foi feito no primeiro período, um Projeto Inovador, em que tínhamos que fazer toda a parte teórica e depois um protótipo para ver se realmente funcionava. No caso do meu grupo tivemos como tema a geração de energia através de placas piezoelétricas instaladas no asfalto”, comenta a estudante.

Em relação às expectativas para o futuro no curso, Eliana emana otimismo e diz que a cada dia se surpreende mais com a FAESA. Ainda completa: “Do futuro espero ter uma formação de qualidade, um emprego promissor, estar bem no mercado de trabalho ou até mesmo usar de meus conhecimentos para abrir uma empresa e proporcionar melhorias no mercado de trabalho”.

Na visão de um veterano

Fomos além para traçar um comparativo entre o que vislumbram os calouros e o que definem os já experts do final do curso. Para isso, tivemos o prazer de conversar com André Zouain Pedroni, que também nos transmitiu uma perspectiva favorável à Engenharia de Produção da FAESA.

O curso da FAESA tem correspondido e muito as minhas expectativas. Tive experiências em outras faculdades: PUC-Rio, Multivix e UFES, nessa ordem. Por motivos financeiros, tive que mudar, até ter ido, por opção, da UFES para a FAESA.
Dessas, a PUC-Rio é a que mais se assemelha com a FAESA, porém, por ser uma faculdade de altíssimo número de alunos, falta um “algo a mais” que percebi aqui. É claro que lá os investimentos eram muito maiores – também por conta da época que estudei lá e não havia crise – porém não encontrei nem de perto o suporte dos professores, como encontrei na FAESA“, comenta André Zouain Pedroni, 27, que cursa o 9º período de Engenharia de Produção.

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André em visita ao Fórmula Student 2015 pela Institute of Mechanical Engineers, no circuito de Silverstone, no Reino Unido

Sobre a motivação para cursar engenharia, André comenta: “Sempre tive vontade de empreender, assim como fascinação pela indústria, principalmente automotiva. Por um momento achei que deveria ir para outra Engenharia, mais focada numa paixão (Mecânica), porém vi que o que mais gosto de fazer é trabalhar com os planos de produção e toda a logística envolvida, por exemplo”.

Questionando o estudante do final do curso sobre os projetos que o marcaram mais, ele nos contou que a “ponte de macarrão” é um ótimo exemplo de um primeiro contato com o que é realmente a Engenharia e ainda de forma multidisciplinar. Este trabalho consiste em uma competição que tem por objetivo a análise estrutural, o projeto, a construção e o ensaio destrutivo de uma ponte treliçada de macarrão tipo espaguete e colas epóxi e quente (tipo silicone, aplicada com pistola), respeitando o regulamento internacional.

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Ponte elaborada pelo grupo de trabalho do aluno André Zouain

O único problema que André apontou em sua jornada como universitário foi o corte de custos das faculdades por onde passou antes de ingressar na FAESA, em que acabou causando distanciamento do curso com a prática e com a ideia de “botar a mão na massa”.

Boas perspectivas para o futuro na área

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André Pedroni em seu estágio na Vale do Rio Doce

Acerca das expectativas para o futuro, há um pouco de otimismo. “Estamos numa época bastante conturbada para a Engenharia. Porém, é perceptível a melhora do mercado. Estagio na Vale e lá vejo que o pior já passou, e existem sim vagas para Engenheiros chegando. O mercado de construção também está se aquecendo. Na minha visão atual, é uma ótima época para se formar”, conclui André Pedroni.

Panorama Geral

Com duração de cinco anos, opções de turnos matutino e noturno e bons laboratórios, o curso oferecido por esta instituição é reconhecido como o segundo melhor do Brasil entre as particulares.

Neste sentido, apesar do momento que o Brasil enfrenta e do aumento dos índices de desemprego, estudar Engenharia de Produção na FAESA pode ser considerado um diferencial capaz de levar o estudante ao mercado de trabalho. O cenário econômico, ainda que em passos lentos, vem se reerguendo e trazendo esperança. Talvez seja essa a hora da Engenharia voltar a representar uma das melhores ofertas de cursos do estado.