#FaesanoIntercom – As rosas que não se calam

Como sequência de mais um trabalho selecionado para o Intercom 2018, “As rosas que não se calam” foi selecionada e orientada pelo professor Felipe Dall’Orto.

O artigo foi desenvolvido pelos alunos Anna Luiza Galon Main, Kennedy Cupertino e Cristiane Rubim, e produzido pelos estudantes Bruna Suellen, Amanda Moura, Barbara Cristina e Anna Luiza Galon, inicialmente para a disciplina de Reportagem Especial pra Rádio e TV, mas o Dall’Orto gostou tanto que resolveu indicá-lo para o Intercom. A notícia de que o trabalho foi aceito gerou muita expectativa nos alunos.

Categoria: Reportagem de TV avulsa

As Rosas Que Não Se Calam

O trabalho é uma reportagem que aborda a violência doméstica. Os alunos resolveram abordar esse tema por conta dos altos índices de feminicídio do Espírito Santo, como forma de alerta e fonte de informação.

Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, a cada 30 minutos, um processo judiciário é aberto envolvendo violência contra mulher. Em 2017, foram expedidas quase 2,2 mil medidas protetivas. Enquanto que, nas delegacias foram registradas cerca de 3 mil boletins de ocorrência por ameaça e 1,3 mil por lesão corporal, de acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp). Atualmente, o Estado ocupa a 3ª posição no cenário nacional quando o assunto é violência doméstica.

Nós buscamos esclarecer e desmistificar que violência é só quando há agressão física. Para isso entrevistamos algumas mulheres que se dispuseram a compartilhar suas histórias de agressões, um agressor e uma pós doutora em psicologia especializada em violência contra a mulher para esclarecer todo o processo da violência e também instruir o telespectador a como identificar uma situação de violência e principalmente impulsionar o enfrentamento”, disse Anna Luiza Galon.

O orientador do trabalho, Felipe Dall’Orto, explicou que indicou o trabalho por ser de grande relevância social e também porque estava muito bem construído.

O trabalho conseguiu ser desenvolvido com depoimentos fortes, tanto de mulheres agredidas, como de um agressor, além da fundamentação de uma psicóloga e dramatização”, explicou Dall’Orto.

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