Nascido em Afonso Cláudio, mas se considera cariaciquense. Compositor e músico. Professor de Língua Portuguesa em uma escola da rede privada e professor de música na rede pública de Cariacica. Esse é Edivan Freitas um dos músicos que homenageará o “Maldito da MPB”, Sérgio Sampaio, no 13° Festival.

Edivan nasceu no ano de 1972 e aprendeu a tocar violão com uma tia e depois começou a demonstrar na igreja o talento com muitos outros músicos. Na juventude começou a tocar Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Léo Jaime. Já na década de 1990 conheceu a Música Popular Brasileira (MPB) e o samba. A partir disso foi conhecendo e se apaixonando por Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Se afirmar como compositor foi um processo devagar para Edivan e somente há 15 anos que ele se considera um compositor.

Edivan Freitas neste ano faz a 11ª apresentação no Festival Sérgio Sampaio (Fotos: Lorenzo Savergnini/Lacos – Núcleo de Fotografia)

Obras de destaque

O compositor possui dois CD´s gravados. Do primeiro disco, o músico destaca a música “Catraeiro” que foi composta em homenagem a Baia de Vitória por ser um fascínio para o “Festival Vitória e Canto” de 2007 que foi realizado na antiga Estação Porto. A canção aborda algumas paisagens da Capital de forma indireta. Mesmo depois de 12 anos da composição, o público ainda pede “Catraeiro” no shows de Edivan. Outra música que ele destaca é o samba Vira-lata.

O segundo CD de Edivan foi lançado no final de 2018 e dessa gravação destaca a música que da nome ao disco, “Dança da Fala” que para ele é como um manisfesto da fala. Nessa composição houve a participação do cantor José Renato do Grupo Boca Livre. Outra música que o autor destacou foi “Minha idade do meu pai” que fala sobre o tempo e teve a participação do violinista Anderson Lopes.

Edivan Freitas e Sérgio Sampaio

Mesmo conhecendo as obras de Sérgio Sampaio aos 35 anos, Edivan Freitas é o recordista de participação do Festival. Das 13 edições, Edivan só não participou de duas, nos anos de 2015 e 2017. Para o artista o Festival trouxe novos admirados das obras de Sérgio Sampaio.

Para Edivan as letras de Sérgio possuem uma riqueza poética e facilmente poderiam estar escritas em forma de poemas e compara o artista ao poeta Paulo Leminski e outros poetas da década de 1970. “As letras de Sérgio Sampaio não devem nada a versos bonitos e fortes como de Paulo Leminski e outros poetas contemporâneos “, afirma Edivan. Além disso, para o artista as letras de Sérgio são extremamente atuais devido ao momento marcado pelos discursos de ódio no mundo.

Veja Edivan Freitas interpretando Sérgio Sampaio

Confira a programação do 13º Festival Sérgio Sampaio:

12 de abril (sexta-feira):

Centro Cultural Sesc Glória

20h – Bate papo Musical com o guitarrista Renato Piau e a mediação de João Moraes e Fábio do Carmo.

Ingressos à venda na bilheteria do Teatro Glória a partir de 4 de abril: R$20,00 (inteira), R$10,00 (meia) e R$12,00 (conveniados)

Grappino Rango Bar e Casa de Bamba

22h – Sampaiada na Gama Rosa com intérpretes convidados cantando Sampaio nos dois bares do Centro de Vitória.

Couvert único.

13 de abril (sábado):

Bar do Auzílio

16h – Concentração para o Bloco na Rua, com o lançamento do “Samba do Bloco” no Festival e a presença de Renato Piau.

Centro Cultural Sesc Glória

20h – Grande show A Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sérgio Sampaio.

Grappino Rango Bar e Casa de Bamba

22h – Sampaiada na Gama Rosa.

Foto principal – Lorenzo  Savergnini / Lacos – Núcleo de Fotografia

Posted by:Vinícius Antunes

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