Tony Silvaneto

O Centro de Vitória está entre os bairros mais antigos da capital capixaba. Importante patrimônio para a sociedade, reúne grandes memórias desde a fundação. De tentativas de invasão a encontros artísticos, intelectuais e políticos, tornou-se atrativo para o turismo com foco, principalmente, na arquitetura, cultura e culinária.

Fundada em 8 de Setembro de 1551, é a terceira cidade mais antiga do Brasil. Inicialmente, recebeu o nome de Ilha de Santo Antônio, de Vila Nova e, por fim, de Vitória, devido à conquista das terras sobre os índios. O povoamento ocorreu durante o período colonial, com a chegada dos Jesuítas, principalmente do Padre Afonso Brás. O fato tornou-se um marco para a expansão urbana. Durante o crescimento, foram construídas ruas repletas de casarões e prédios de excelência arquitetônica rodeados pela beleza natural da Mata Atlântica.

História

As primeiras e principais construções visaram proteger os habitantes dos ataques invasores. O Centro estabeleceu-se nas encostas das elevações, margeando o canal que circunda a ilha. Ingleses, holandeses e franceses cobiçavam a Capitania do Espírito Santo.

A Prefeitura Municipal de Vitória realiza o gratuito projeto Visitar. Criado em 2006, permite que pessoas conheçam os principais locais do Centro Histórico por meio de grupos orientados por um guia turístico. O projeto acontece das terças-feiras até os domingos. De 13 às 17 horas. Os monitores visitam as principais construções do Centro Histórico como a Catedral Metropolitana de Vitória, o Convento de São Francisco, a Igreja do Rosário, a Capela de Santa Luzia e o Convento do Carmo.

O Guia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Júlio Barbosa, relatou que o objetivo principal é promover e proporcionar visitações gratuitas a lugares que fazem a história do Centro de Vitória.

A guia de turismo Roberta Lyra orienta os cidadãos acerca da importância da preservação dos monumentos do Centro para que o trabalho desempenhado pelos guias prossiga.

Os turistas ficam encantados com o Centro Histórico. Um dos aspectos que destacam é o bom estado de conservação dos imóveis históricos e a limpeza da cidade, jardins e paisagismo

Roberta Lyra

O monitor do Palácio Anchieta Mayke Douglas propõe um retorno ao tempo durante a visita do prédio.

É essencial para o povo capixaba conhecer o passado e, assim, projetar o futuro. Aqui, tanto os turistas quanto o povo capixaba conhecem mais de quatro séculos de história nacional e local numa visita de meia hora

Mayke Douglas
Frente iluminada do Palácio Anchieta no centro da capital do Espírito Santo (foto: Tony Silvaneto)

A turista do Rio Grande do Sul Marisa Bertolini revelou que a visitação do Palácio Anchieta ficou incrível. Impressionam muito os traços arquitetônicos espalhados. Muitos objetos dos séculos passados que servem para retratar como era o cotidiano outrora. Marisa se sentiu pequena diante da grandeza das paredes.

Edição: Diogo Cavalcanti

Publicado por:Diogo Cavalcanti

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