Sabrina Heilbuth

Você já parou para pensar como ocorrem os processos criativos dos seus personagens favoritos? Definitivamente, o Batman teve que trabalhar os insights para não sofrer um bloqueio criativo na luta final contra o Coringa… Ou, pense, no processo de Brainstorm entre os alunos do “Clube dos cinco”, o bate-papo durante a detenção escolar pode ser considerado quase uma sessão psicológica de ideias.

O meu ponto é, você deve se perguntar se esse tipo de vida é ou não pra você. A maioria das pessoas tende a acreditar que os processos criativos acontecem por sorte ou para pessoas específicas que têm uma tendência maior a desenvolver essa criatividade rotineira. Mas a verdade é que a criatividade pode vir de qualquer lugar, a qualquer momento e ela não habita em um número de pessoas “sortudas”. A criatividade está mais ligada na busca de técnicas e em maneiras de despertar seu subconsciente para essas ideias.

Os heróis precisam de criatividade para enfrentar os vilões nos filmes (Foto: Divulgação)

Para os profissionais de jornalismo a criatividade é essencial, digo todos. E olha que você nem precisa ter cabelo quase grisalho, pose de galã aos 50 anos e ter o sobrenome de Bonner. A maioria dos profissionais de jornalismo acredita que os processos criativos não são importantes para a profissão, tendo em vista a monotonia de se trabalhar da mesma forma desde que os jornais eram entregues por dinossauros, de porta em porta.

Com a mudança do mundo, se tornou diferencial se fazer presente na criatividade. As matérias devem instigar a atenção do leitor, que a todo momento deve se manter preso na leitura. Como eu vou fazer nesse exato momento te jogando mais um trocadilho sobre filme: Quantos dias de preparação criativa levou a roteirização da cena do Poodle nas Branquelas? HOLD MY POODLE! No mínimo uma equipe com 20 pessoas para o desenvolvimento dessa frase icônica e digna de um óscar.

É por meio da troca de experiências e ideias com outras pessoas que começamos a desenvolver nossas próprias opiniões e formações imaginárias. Além disso, toda bagagem cultural vivenciada, como assistindo filmes e séries, realizando leituras, conversando no dia a dia, etc… tudo isso nos leva a despertar mais nosso processo criativo. Apenas precisamos estar abertos a essas colocações.

Outro ponto muito interesse é entender que os processos de criação não são constantes, afinal, de vez em quando podemos sofrer bloqueios criativos. Nem sempre você vai acordar se sentindo o Superman das ideias. Às vezes, só o Lanterna Verde mesmo e tá tudo bem (se o Ryan Reynolds pode zoar o próprio filme, a gente também pode).

A verdade é que todos somos criativos e todos temos um pouco de nossos personagens favoritos dentro de nós. E dentro do Jornalismo, fazer a criatividade acontecer é o mesmo que acreditar em uma melhora dentro da profissão. Pegue uma pipoca e ligue seu entretenimento favorito, desperte seus insights e aceite os processos de criação, como preferir, mas não deixe o jornalismo fora disso!

>>> Esse texto faz parte de uma série de produções opinativas sobre Jornalismo e Criatividade feitas por estudantes do 8º período de Jornalismo da Faesa Centro Universitário. As produções tiveram a orientação do professor Victor Mazzei dentro da disciplina de Criatividade e Processos Criativos.

Publicado por:Valmir Matiazzi

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s